Anonymous, asked me: como se chama?
me chamo Daniel Jaques :D
“O domingo tá acabando — já é tarde — amanhã a gente começa de novo. Eu me sinto às vezes tão frágil, queria me debruçar em alguém, em alguma coisa. Alguma segurança. Invento estorinhas para mim mesmo, o tempo todo, me conformo, me dou força. Mas a sensação de estar sozinho não me larga.”
“Quando eu lhe dizia: “eu me apaixono todo dia e é sempre a pessoa errada”.
Você sorriu e disse: “eu gosto de você também.”
~ Legião Urbana. (via
19-5)
“Tu pode ir. Pode ir sim. Vai na fé. Não irei te impedir de conhecer novos lugares, nem novas pessoas. Sou meio maluco por conta do ciúmes, mas tudo bem. Pode ir. Não vou te segurar não. E não ache que isso é uma forma indireta de pedir pra que você vá. Não é. É claro que não. Na verdade, eu quero você aqui, do meu lado, bem juntinho de mim. Mas, se você quiser ir, pode ir. Eu não vou te segurar e nem amarrar tuas asas. Só que se um dia você for, volta de vez em quando. Só pra matar a saudade.”
“Te comprei um livro grande, de capa dura, com fotos de Dublin porque uma vez você me disse querer passar uma temporada por lá. Você está num grupinho cheio de caras altos e quando me vê, arregimenta um sorriso natural. Sinto uma pulsação estranha em alguma veia da nuca. Você diz que não precisava o presente e talvez ele não sirva pra nada mesmo. Só quis soar pessoal, mas você poderia ter fingido mais entusiasmo. Aí me dá um daqueles beijos 90% dirigido à bochecha, e os outros 10% maliciosamente no canto da boca, segundo dados gerados pelo meu cérebro idiotamente apaixonado. É bar livre, então me manda ficar à vontade, embora eu saiba que perto de você isso é impossível. Olho para seus amigos figurões e me sinto não um homem, mas um desastre terrestre, talvez algum descarrilamento de trem ou troço do tipo. Vim com a expectativa de terminar a noite beijando você em algum canto, mas não consigo visualizar a coisa acontecendo.”
~
Gabito Nunes, trecho de Tudo pode dar certo (via
teu-idiota)